Jogo, brinquedo e brincadeira tratados de forma interdisciplinar nas aulas de educação Física nos anos iniciais do Ensino Fundamental
DOI:
https://doi.org/10.18406/2359-1269v12n42025820Resumo
O momento atual exige do homem um conhecimento geral. A maioria das escolas transmite os conteúdos de forma fragmentada, isolada desarticulada entre si, considerando a mente da criança com gavetas, guardando os conhecimentos isoladamente. Esse quadro piora quando a escola acredita que a melhor forma da criança aprender é imóvel e em silêncio, esquecendo o corpo em detrimento da mente. De acordo com Freire (1989) corpo e mente devem ser entendidos como componentes que integram um mesmo organismo. Ambos devem ter assento na escola, não um (a mente) para aprender e o outro (o corpo) para transportar, mas ambos para se emancipar. A concepção de que a escola só deve mobilizar a mente reduz o corpo a um estorvo, que quanto mais imóvel e em silêncio estiver, menos atrapalha. Essa cultura repressora do movimento em detrimento do saber intelectual, também contribui com a desvalorização da Educação Física. O objetivo deste artigo é propor aos atuais e futuros professores refletir sobre a proposta de incorporar jogos, brinquedos e brincadeiras interdisciplinares nas aulas de Educação Física. A valorização da Educação Física passa pela prática e conhecimento teórico do professor. Trabalhando lateralidade o professor estará contribuindo na alfabetização da criança, que perceberá as diferenças nas letras “b,d,p,q”. Atualmente a criança brinca menos e demonstra maior desinteresse pela escola. Com criatividade o professor adaptará jogos, brinquedos e brincadeiras com alfabetização, matemática, etc. Oportunidade ímpar da Educação Física comprovar seu valor e contribuir ainda mais na aprendizagem das crianças, promovendo maior interesse, participação e inclusão.
Palavras-chave: corpo; mente; conhecimento.
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